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quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Programação

3 de novembro de 2008

_Manhã
-8 h30 Abertura

- 9h Conferência – Debate
“1968- Reforma ou Revolução”

Prof. Ms. Arnaldo Lemos
Faculdade de Ciências Sociais PUC-Campinas

Prof. Dr. Pedro Rocha Lemos
Diretor da Faculdade de Ciências Sociais da PUC-Campinas

_Noite
- 19h Intervenção Artística
"Salão de Dança" por Daniela Morais
Música por Adriano Monteiro e Lucas Araújo

- 19h30 Conferência – Debate
"1968 e 1977 : Duas gerações da Ditadura"

Profª Dra. Eliana Maria de Melo Souza
Departamento de Sociologia
FCL/ UNESP/ Araraquara

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4 de novembro de 2008

_Manhã
- 8h30 Abertura

- 9h Conferência-Debate

"Charles Fourier e a permanência da crítica à civilização"

Profª. Dra. Ivone Gallo
Faculdade de História da PUC-Campinas

_Noite
- 19h Conferência-Debate

"Democracias contemporâneas e a globalização do perdão"

Profº Dr. Edson Teles
Prof. de Ética e Direitos Humanos
Universidade Bandeirante de São Paulo

Um comentário:

Anônimo disse...

Caros colegas e amigos da PUC-Campinas,

Muitos de nós, alunos de Filosofia, talvez não saibamos o que é o Decreto 15.583/44. É o decreto pelo qual o Ministério da Educação reconheceu o curso de Filosofia da PUC-Campinas. O curso surgiu no ano de 1941, mas foi oficializado por meio de tal decreto, em 1944. O curso é um dos mais antigos da PUC. Por isto, parece-me que a história do curso deve ser resgatada e preservada (urge pesquisas que visem isto!). Também, claro, porque a história do curso de Filosofia coaduna-se, naturalmente, com a história do desenvolvimento da própria universidade. Ora, não por menos devemos nos preocupar com a memória da formação de, hoje, nossos formadores e professores. O reitor desta universidade cursou filosofia aqui, o pró-reitor de graduação cursou filosofia aqui, o diretor do CCH e, claro, o diretor de nosso curso também, entre outros professores que ocupam cargos administrativos ou não da universidade que também passaram pelo mesmo curso.

É inegável a força da tradição de nosso curso. Ao pensar nela, meus caros colegas, não posso me furtar ao fato de lembrar que ingressamos de modo muito significativo, ao realizar o I Simpósio de Filosofia organizado por discentes, no movimento histórico destes mais de 60 anos de curso. Colocamos um marco no curso deste tempo: o I simpósio organizado pelos alunos. Parabéns para todos nós. Parabéns também à direção do curso e do centro que trabalharam em comum com os alunos organizadores do evento e disponibilizaram a verba suficiente para realização deste. Nesse sentido, sinto-me responsável a convocar nossos colegas que terão mais alguns anos de estudos na graduação para darem prosseguimento e firmar na agenda anual do curso de Filosofia um simpósio organizado pelos discentes. Com isto, não quero, de modo algum, contrapor a idéia de um simpósio organizado pelos discentes, com a - esta sim - tradicional Semana de Estudos da Filosofia (por excelência, organizadas pelos discentes, normalmente pelos integrantes do C. A.), sobretudo depois da competente organização da última XXI S. F. sobre Fenomenologia. Quero, contudo, salientar a possibilidade de somar a ela mais um evento a ser organizado por alunos. Cabe a nós examinar o valor histórico deste I Simpósio e relacioná-lo à conjuntura de nosso curso.

Nossos professores estão trabalhando muito para resgatar o curso de pós-graduação, por isto, a pesquisa já na graduação tem sido bastante difundida por eles. Os professores pesquisadores ainda realizaram este ano a importantíssima IV Jornada de Filosofia sobre Direitos Humanos, que foi um grande ganho para o curso, afinal colocou-o em destaque no cenário nacional e internacional. Temos ainda os acordos de cooperação firmados com universidades européias, para os quais a Revista Reflexão tem sido um útil meio de trocas de produções científicas. Pode-se mencionar ainda o retorno do curso de licenciatura, que voltou a funcionar no início deste ano, depois de longo tempo inativo. Há pouco, também tivemos a assembléia geral realizada pelo C. A. a fim de elaborar um novo estatuto para o mesmo.

Nosso tempo é de realizações que se comprometem com o futuro de nosso curso. Portanto, pela tradição a qual nos submetemos, podemos projetar a responsabilidade de nosso legado para as gerações futuras de alunos de filosofia. Encaro o I Simpósio como reposta positiva a esta conjuntura e como afirmação do interesse dos discentes em manter a qualidade do curso de Filosofia da PUC-Campinas.

Victor Costa.

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