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domingo, 17 de agosto de 2008

Resumo do Evento



A relação entre poder, sexualidade e violência, a partir de 1968, originou um novo cenário na cultura Ocidental. Esta relação foi demasiadamente discutida na França de 1968, permeada pela idéia de uma conexão prática entre a liberdade do comportamento sexual e a liberdade dos sistemas de poder político. No Brasil, há 40 anos igualmente, discutia-se sobretudo a relação do poder com a violência. Após a morte do universitário Edson Luiz de Souto Lima, em 28 de março de 1968, o movimento estudantil brasileiro ganhou força política e promoveu nas ruas Rio de Janeiro a manifestação contra a ditadura militar conhecida como ‘Passeata dos Cem Mil’, na qual houve intenso confronto entre jovens e policiais. Atualmente, a relação entre poder, sexualidade e violência permanece em discussão nas análises das estruturas normativas de algumas instituições sociais. O objetivo desse evento é promover uma discussão de cunho filosófico sobre os resquícios em nosso presente tempo das idéias de ruptura com o poder político, declaradas e vividas em 1968. Para tanto, correlacionaremos o tema do poder em quatro palestras; relacionando-o, pois, com os temas da sexualidade e da violência e com as áreas de conhecimento da história, da psicologia, das ciências sociais, do direito e da religião. A finalidade desse trabalho é forjar um exame crítico da sociedade contemporânea, por meio do estudo, também crítico, dos principais referenciais teóricos discutidos em 1968. Contudo, partimos do seguinte problema: o que fazer com o que 1968 fez de nós?
Palavras-Chave: Poder; Sexualidade; Violência; Crítica; Contemporaneidade.
Público Alvo: Estudantes de Filosofia, de História, de Ciências Sociais, de Psicologia e de Direito.

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